Colégio revisitado
No Sábado de 1 de Abril decorreu um jogo do torneio de Futsal em que participou uma equipa do curso de 84. Além disso tinha o meu filho só para mim. Excelente pretexto! Deixámos a "mamã" a tratar dos assuntos dela e nós fomos aos nossos! Apresentei o Colégio Militar ao meu filho. Passeámos a pé, visitámos parte do Corpo de Alunos e, claro, tirámos algumas fotografias.
Deixo aqui algumas fotos desse passeio descontraído, numa tarde bem disposta em tempo de férias.
A (antiga) parada lá estava. Neste avião não pude pular em cima das asas nem simular voos razantes, sentado no cockpit. Este Fiat, pelo menos, aponta os céus. É uma mensagem sobre ver mais longe.
Esta peça não era tão divertida quanto a outra perto do avião. Nesta não consegui afinar a mira correctamente por ter os componentes móveis soldados pelo tempo. Nem o meu filho a conseguiu mover um milímetro que fosse. Aborrecido.
Já no Corpo de Alunos, descobri que já não é necessário que o graduado-cantor visite as Companhias, mobilizando os alunos para um ensaio de Orfeão. O evento é publicitado com justiça nos pilares centrais. Não há como perder a sessão!
Na minha Companhia predilecta, reparei com agrado que umas plantas, curiosamente da mesma cor simbólica da mesma, aligeiravam o espaço. E um sinal de que vivemos na era da informação são os horários e diversas informações uteis que se afixam nos placards à esquerda, sendos esses também de cor...verde. Estava airoso, gostei.

No "geral" continua a ser impossível resistir a uma passada acelerada. Seja a caminho das aulas, seja num jogo de bola, seja a acelerar de patins entre a 3ª e a 4ª, esperando que o cruzamento com a escadaria central não traga algum rata fora de mão...
Os sacos azuis e as capas da chuva continuam tão emblemáticos como no "nosso tempo". Sobretudo por terem ficado no geral durante o período de férias. Outro ponto de destaque, que me levantou algumas dúvidas, é o símbolo de "Saída de emergência" logo acima da porta da Sala de Leitura. Espero que algum comentador me ajude acerca da localização da referida saída.

Os lavatórios surpreenderam-me. Até os barbudos preguiçosos dispõe de tomadas electricas! Já viram que utilidade para as torradas de fim de semana? No "meu tempo" eram apenas duas, nos compartimentos mais próximos da entrada da camarata!
As provas de mil metros ganharam um novo élan: como a prova pode durar uns bons cinco minutos, houve o cuidado de colocar uns cestos para papéis para que o guardanapo da bola de berlim não se perca. Não era o Durão que nos aconselhava a levar pacotes de açúcar para os treinos esforçados do 3 de Março? Pois bem.

A pista de Aeromodelismo, onde tanto me diverti a ensaiar variações no centro de gravidade dos modelos! 1989 foi um ano próspero...

A pista de karts é continuamente melhorada...

No jardim da antiga Enfermaria, para onde "fugia" algumas vezes para me entregar à escrita de contos (sobretudo na fase pós leitura "d'A Cidade e os Cães" em que "O Poeta" se refugiava num jardim parecido, procurando beatas no chão cujo fumo de terra lhe inspirasse a caneta).
O jardim está arranjado e bonito. Aliás, o Colégio está muito mais bonito que até 1992. Mas a Enfermaria em si...parece uma casa fantasma. Não me surpreenderia se a lenda do Corredor da Morte fosse transferida para este edifício...
Lá está....o Casa dos Espíritos, ao fundo.

Com tantos carros como é que podemos fazer as batalhas com as bolas dos plátanos?

O monumento-homenagem, que com o tempo foi ganhando categoria de ex-líbris:



Foi um passeio modesto, não tivémos oportunidade para visitar interiores nem para falar com alunos e pessoal docente. Espero que tenham gostado das fotos. Eu e o meu filho adorámos o passeio :)
Deixo aqui algumas fotos desse passeio descontraído, numa tarde bem disposta em tempo de férias.
A (antiga) parada lá estava. Neste avião não pude pular em cima das asas nem simular voos razantes, sentado no cockpit. Este Fiat, pelo menos, aponta os céus. É uma mensagem sobre ver mais longe.
Esta peça não era tão divertida quanto a outra perto do avião. Nesta não consegui afinar a mira correctamente por ter os componentes móveis soldados pelo tempo. Nem o meu filho a conseguiu mover um milímetro que fosse. Aborrecido.
Já no Corpo de Alunos, descobri que já não é necessário que o graduado-cantor visite as Companhias, mobilizando os alunos para um ensaio de Orfeão. O evento é publicitado com justiça nos pilares centrais. Não há como perder a sessão!
Na minha Companhia predilecta, reparei com agrado que umas plantas, curiosamente da mesma cor simbólica da mesma, aligeiravam o espaço. E um sinal de que vivemos na era da informação são os horários e diversas informações uteis que se afixam nos placards à esquerda, sendos esses também de cor...verde. Estava airoso, gostei.
No "geral" continua a ser impossível resistir a uma passada acelerada. Seja a caminho das aulas, seja num jogo de bola, seja a acelerar de patins entre a 3ª e a 4ª, esperando que o cruzamento com a escadaria central não traga algum rata fora de mão...
Os sacos azuis e as capas da chuva continuam tão emblemáticos como no "nosso tempo". Sobretudo por terem ficado no geral durante o período de férias. Outro ponto de destaque, que me levantou algumas dúvidas, é o símbolo de "Saída de emergência" logo acima da porta da Sala de Leitura. Espero que algum comentador me ajude acerca da localização da referida saída.
Os lavatórios surpreenderam-me. Até os barbudos preguiçosos dispõe de tomadas electricas! Já viram que utilidade para as torradas de fim de semana? No "meu tempo" eram apenas duas, nos compartimentos mais próximos da entrada da camarata!
As provas de mil metros ganharam um novo élan: como a prova pode durar uns bons cinco minutos, houve o cuidado de colocar uns cestos para papéis para que o guardanapo da bola de berlim não se perca. Não era o Durão que nos aconselhava a levar pacotes de açúcar para os treinos esforçados do 3 de Março? Pois bem.
A pista de Aeromodelismo, onde tanto me diverti a ensaiar variações no centro de gravidade dos modelos! 1989 foi um ano próspero...

A pista de karts é continuamente melhorada...

No jardim da antiga Enfermaria, para onde "fugia" algumas vezes para me entregar à escrita de contos (sobretudo na fase pós leitura "d'A Cidade e os Cães" em que "O Poeta" se refugiava num jardim parecido, procurando beatas no chão cujo fumo de terra lhe inspirasse a caneta).
O jardim está arranjado e bonito. Aliás, o Colégio está muito mais bonito que até 1992. Mas a Enfermaria em si...parece uma casa fantasma. Não me surpreenderia se a lenda do Corredor da Morte fosse transferida para este edifício...
Lá está....o Casa dos Espíritos, ao fundo.
Com tantos carros como é que podemos fazer as batalhas com as bolas dos plátanos?

O monumento-homenagem, que com o tempo foi ganhando categoria de ex-líbris:



Foi um passeio modesto, não tivémos oportunidade para visitar interiores nem para falar com alunos e pessoal docente. Espero que tenham gostado das fotos. Eu e o meu filho adorámos o passeio :)






